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nada acontece por acaso

nada acontece por acaso

"Não apontes o dedo, que é feio!"

 

Esta é uma daquelas frases que ouvimos em pequenos e nunca devíamos esquecer!

 

Não!  Não por “ser feio” (sei lá o que é feio!!), mas simplesmente porque cada vez que aponto o dedo, ficam outros 3 dedos a apontar para  mim!

Experimenta:

O indicador aponta para a frente, o polegar fica para cima e…os outros 3 dobrados dirigidos a mim!

Mais uma vez…. não é por acaso!

O Universo é perfeito…até nos pequenos gestos!

 

Acusar!  Julgar!

Classificar! Rotular!

Com que direito?

Terei eu o direito de julgar, criticar ou acusar?

 

Estou a lembrar-me do meu dia a dia, na quantidade de julgamentos que faço automaticamente…a facilidade com que critico com ou sem palavras, rotular, classificar

(sustentados em preconceitos ou, em sentimentos bem piores como inveja, cobiça, etc.)!

Quantas e quantas vezes um pequeno gesto ou palavra de alguém, num determinado momento encaixa num preconceito e…fica logo classificada com uma etiqueta dentro da nossa mente!

E quantas vezes, mais tarde, descobrimos que afinal é uma pessoa maravilhosa!

Na justiça diz-se que a pessoa é inocente até prova em contrário.

Nós, individualmente, funcionamos ao contrário: julgamos automaticamente até que o “réu” prove que é “inocente” ou que o meu julgamento está errado!

Preconceito, julgamento, juízo de valor…o que seja!

Adoramos apontar o dedo para fora de nós!

Na direcção oposta à nossa!

Se, sempre que o fizermos, nos lembrarmos dos outros 3 dedos apontados para nós…

Talvez consigamos re-programar e começar por nos perdoar a nós próprios…

E assim não julgar o outro …

Poupamos nervos e…

Podemos ganhar um amigo!

Lol

 

“…

Há quem diga que as cartas de amor são ridículas.

Eu também escrevi em tempos,  cartas de Amor…

ridículas.

As cartas de Amor se há Amor, têm de ser ridículas!

Afinal,

quem nunca escreveu cartas de Amor.

é que é ridículo!!!”

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